Número de brasileiros com visto negado para os EUA mais que triplica Europeus também adotam medidas para frear entrada de estrangeiros.

Para os brasileiros, visitar os Estados  Unidos tem ficado cada vez mais complicado. O número de vistos negados mais que triplicou. A embaixada americana não diz claramente, mas a explicação é óbvia: a crise, desemprego, recessão, que podem estimular brasileiros a tentar mudar de vida no exterior.
Os aeroportos que mais barram brasileiros na Europa são os de Madri e Lisboa, depois o de Londres. Com a crise dos refugiados, os governos europeus estão mais exigentes, adotando medidas para frear a entrada de estrangeiros. O Brasil ocupa a 8ª posição na lista dos países com o maior número de recusas.

Califórnia quer se separar dos EUA após vitória de Trump


O novo presidente dos Estados Unidos mal foi anunciado e alguns estados já ensaiam uma resposta. Na Califórnia, a democrata Hillary Clinton ganhou com certa folga, mas o resto do país preferiu o republicano Donald Trump. O resultado revoltou os moradores da região.
Nas redes sociais, um movimento separatista chamado de “Calexit” ou de “Califrexit” – em alusão ao “Brexit”, campanha pela saída do Reino Unido da União Europeia — já começou a surgir. Em alguns lugares do estado, manifestações estão sendo organizadas.

A Califórnia é, mais do que qualquer outro Estado do país, extremamente multiétnica: em 2015, pela primeira vez o número de hispânicos ultrapassou o de anglo-saxões ali.
Mas nenhum grupo étnico tem a maioria absoluta da população - também há grandes comunidades asiáticas e afro-americanas.
O Estado continua sendo um ímã da imigração num momento em que parte do discurso político, especialmente do virtual candidato republicano à presidência dos EUA, Donald Trump, tenha apostado num endurecimento das políticas relacionadas a estrangeiros.
E, por isso, novamente é usada pela esquerda como uma demonstração da força de seus argumentos a favor de uma posição mais tolerante com relação à imigração. Hoje, a Califórnia está em outro patamar. Sua economia cresceu 4,1% em 2015, superando a do Brasil e a da França, e passou de oitava para sexta maior economia do mundo. 
O PIB do Estado, o mais populoso dos EUA, alcançou os US$ 2,5 trilhões em 2015, aproximadamente a dimensão que tinha a economia britânica no fim do ano passado, antes da sacudida financeira do Brexit.
Alguns sugerem que a Califórnia possa estar no caminho de ficar com o quinto posto mundial se o Reino Unido entrar em recessão por causa da saída da União Europeia.

Mulheres correm para colocar DIU nos EUA antes da posse de Trump

Dias após a vitória do republicano Donald Trump, com a companhia do vice ultraconservador Mike Pence, mulheres dos Estados Unidos iniciaram uma corrida para fazer a implantação do dispositivo intrauterino, o DIU. A razão da pressa é o medo que o novo governo dificulte o acesso a métodos contraceptivos no país e realize mudanças na regulamentação de planos de saúde.
Através de relatos nas redes sociais, mulheres incentivam umas às outras a procurarem seus médicos para a colocação do DIU antes do dia 20 de janeiro, quando Trump e Pence tomarão posse. O método, que tem 99% de eficácia, consiste na introdução de um dispositivo no útero e tem a vantagem de durar, em média, de 5 a 10 anos.
“Se você pode engravidar: tente colocar um DIU nos 70 dias em que você ainda pode”, escreveu uma americana no Twitter. “Feliz que coloquei um DIU que dura pelos próximos 12 anos”, relatou outra. Para as defensoras da opção, o método é uma garantia de evitar a gravidez até o fim do mandato de Trump.

Alemanha pede que Trump não se esqueça de Crimeia e Aleppo

Berlim – A Alemanha apoia um diálogo entre os Estados Unidos e a Rússia, mas o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, não deve ignorar as ações russas na Crimeia e em Aleppo quando se reunir com o presidente Vladimir Putin, disse a ministra da Defesa alemã nesta sexta-feira.

Falando durante um evento em Berlim, Ursula von der Leyen também disse que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estará “morta” se qualquer um de seus membros se recusar a defender outro em caso de ataque.
Trump, que derrotou a democrata Hillary Clinton na eleição presidencial norte-americana nesta semana, elogiou Putin repetidamente durante sua campanha e questionou se os EUA deveriam defender nações da Otan que, na avaliação dele, não estão arcando com a parte que lhes cabe no ônus financeiro da entidade.
“É uma coisa boa quando o novo presidente norte-americano procura o diálogo com o presidente russo imediatamente. É bom e tem todo nosso apoio”, disse Von der Leyen, integrante da coalizão conservadora da chanceler alemã, Angela Merkel.
“O que não pode acontecer é se esquecer – se esquecer da anexação da Crimeia, se esquecer da guerra híbrida na Ucrânia, que continua, se esquecer do bombardeio de Aleppo”, disse.
A eleição de Trump gerou preocupações no governo de Berlim, que tem sido a principal força propulsora das sanções da União Europeia contra a Rússia em reação à intervenção militar de Putin na Ucrânia e repudiou o bombardeio de civis em Aleppo, cidade da Síria dominada por rebeldes, realizado por forças apoiadas por Moscou.
A Rússia tem esperança de que o consenso entre Europa e Washington na aplicação de sanções desmorone com Trump. Na quinta-feira, um porta-voz do Kremlin descreveu as abordagens de Trump e Putin na política externa como “fenomenalmente parecidas”.
Von der Leyen reconheceu que, com a vitória de Trump, a Alemanha e a Europa provavelmente terão que se responsabilizar mais por sua própria defesa, mas disse que o governo alemão ainda está tendo dificuldade para entender o que o governo de Trump irá significar.
“Não sabemos quase nada”, disse ela.

Microsoft anuncia esta semana o lançamento de uma atualização de Natal para a consola Xbox One.

A Microsoft anunciou esta semana o lançamento de uma atualização de Natal para a consola Xbox One.
Batizado de Xbox Holiday Update, esta atualização é dirigida, além da consola, também à aplicação Xbox para Windows 10, iOS e Android.
Segundo revelou a empresa norte-americana, esta atualização vai trazer bastantes novidades, onde se destaca a possibilidade de criação de clubes na Xbox Live. Estes clubes funcionam, basicamente, como grupos que são criados e geridos pelos próprios jogadores.

Qualquer jogador pode criar ou entrar nos clubes, sendo que, como membro desse espaço, poderá agendar jogos, partilhar conteúdos e comunicar ativamente via áudio ou texto com outros membros.

A App da Xbox para Windows 10, iOS e Android poderá ser usada para encontrar estes clubes ou até mesmo para a criação desses espaços.
A Microsoft anunciou também com o Xbox Holiday Update uma nova notificação para situações em que o jogador consegue realizar uma conquista rara (veja o vídeo).


O teclado virtual apresentado pela Xbox One sofreu também uma atualização, contando a partir de agora com novos emojis e que podem ser usados pelos jogadores.


Além destas novidades, existem outras também que estão detalhadamente apresentadas no vídeo divulgado pela Microsoft.

Apple começa a vender iPhone 7 e 7 Plus no Brasil

Quem decidir ensacar um iPhone 7 ou iPhone 7 Plus para chamar de seu terá que esperar de um a três dias úteis até que o pacote seja enviado pela Apple, dependendo provavelmente da transportadora em cargo de levar os pedidos da mesma.
Para a alegria de quem está inclinado a desembolsar os valores pedidos pela empresa, qualquer dispositivo da linha possui frete gratuito. Isso não alivia os valores grandiosos praticados mais uma vez pela Maçã no Brasil, conforme mostra a lista abaixo. 
ModeloPreço normalPreço à vista
iPhone 7 32 GBR$ 3.499R$ 3.149
iPhone 7 128 GBR$ 3.899R$ 3.509
iPhone 7 256 GBR$ 4.299R$ 3.869
iPhone 7 Plus 32 GBR$ 4.099R$ 3.689
iPhone 7 Plus 128 GBR$ 4.499R$ 4.049
iPhone 7 Plus 256 GBR$ 4.899R$ 4.409
Quem pagar à vista ganha 10% de desconto, sendo uma boa opção aos clientes que já possuem o dinheiro necessário à compra do iPhone 7 ou iPhone 7 Plus. Se não for o caso, talvez seja uma boa ideia esperar mais um pouco e juntar o montante certo antes de adquirir o produto.
Aqueles que decidirem parcelar, no entanto, também não ficam desamparados, havendo a chance de dividir o valor em 12 vezes sem juros. As operadoras Oi e Claro também estão comercializando as novidades, assim como a Fast Shop. 

    RÚSSIA ADVERTE OS EUA: "NÃO INVADAM A SÍRIA POIS SE INICIARÁ UMA NOVA GUERRA MUNDIAL"

    A Rússia advertiu publicamente a Arábia Saudita, os EUA e outros países, que correm o risco de "uma nova guerra mundial" se eles agirem em seus planos para enviar tropas para a Síria. 

    Obama será o último presidente dos EUA, diz vidente que previu o 11/09 e o EI

    Baba Vanga, que morreu em 1996, previu que o 44º presidente dos EUA seria negro e que seria "o último"; posse de Trump está marcada para janeiro

    Uma senhora cega, que ficou conhecida por ser uma vidente que acertou previsões como o atentado de 11 de setembro e a criação do grupo extremista Estado Islâmico, afirmou que Barack Obama seria o último presidente dos Estados Unidos. A previsão chega em seus meses finais para ser concretizada, sendo que o presidente eleito Donald Trump tem a sua posse marcada para o dia 20 de janeiro de 2017.

    De acordo com as previsões de Baba Vanga – uma famosa vidente nascida na Bulgária – o 44º presidente norte-americano seria um negro, que tomaria posse sob um clima de esperança, mas que levaria o país à ruína após uma grande crise. A vidente afirmou ainda que o país se dividiria durante a gestão de Obama e que "esse seria o último presidente dos Estados Unidos".

    Baba Vanga, que viveu entre os anos de 1911 e 1996, não deixou clara a razão para que o 45º presidente norte-americano não tomasse posse. Segundo o site de notícias News.com, ela poderia estar se referindo ao fato de que, a partir do 45º presidente, os EUA não elegeriam mais políticos, mas celebridades, como Donald Trump em 2017 e Kanye West em 2020.
    Daily Mail defende que a previsão de Baba Vanga esteja se referindo a uma desunião dos Estados Unidos, que podem deixar de ser tão "unidos" como os conhecemos.
    Outra hipótese é a de que o sistema político norte-americano sofra alterações devido aos protestos contra Trump, mas a chance de que essas alterações se dêem ainda antes da posse de Trump é praticamente nula.

    Outras previsões

    A vidente ganhou fama internacional depois que parte de suas previsões foram confirmadas. Seus seguidores afirmam que, além da eleição de Obama, ela chegou a prever o atentado de 11 de setembro nos Estados Unidos, o aquecimento global, o tsunami de 2004 e o aparecimento do grupo extremista Estado Islâmico.

    Disney atinge marca de US$ 6 bilhões arrecadados em 2016 graças a Doutor Estranho

    No início deste mês a Disney atingiu a maior bilheteria global de sua carreira, com uma arrecadação de US$ 5.851 bilhões, superando o recorde anterior (US$ 5.843 bilhões), alcançado com as produções lançadas em 2015.

    Agora, com a estreia de Doutor estranho produção da Marvel Studios (que faz parte do conglomerado da The Walt Disney Company), a Disney chegou à marca de US$ 6.07 bilhões arrecadados em 2016. Até então, o único estúdio a conseguir atingir tal marca em um ano foi a Universal Pictures, que terminou 2015 com uma arrecadação total nas bilheterias globais de US$ 6.89 bilhões. Naquele ano, a Universal lançou produções como velozes e furiosos 7 Cinquenta Tons de cinza e Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros.
    A The Walt Disney Company terá a chance de ampliar bastante a sua marca de arrecadação global, visto que Doutor Estranho ainda ficará em cartaz por muitas semanas. Entre os próximos lançamentos da Disney em 2016 estão moana, da Walt Disney Animation Studios, e Rogue-One Uma História Star Wars, da Lucasfilm.
    Até então, os principais filmes da Disney em 2016 foram Procurando Dory (arrecadou US$1.024 bilhão), capitao América Guerra Civil (arrecadou US$ 1.153 bilhão) e Zootopia - Essa cidade é o bicho (arrecadou US$ 1.023 bilhão) e Mogli o menino Lobo (arrecadou US$ 966 milhões).

    Número de suicídios na ponte Golden Gate atinge marca de 46 em 2013

    A ponte Golden Gate, em San Francisco, registrou a marca de 46 suicídios em 2013, no que parece ser o ano com o maior número de casos nesse cartão-postal californiano, segundo levantamento de uma entidade que realiza essa contagem.
    A Fundação Bridge Rail, que contabiliza mortes nos 1.280 metros de extensão da ponte, disse que o alto número de suicídios demonstra a necessidade de uma rede de proteção que dificulte os saltos no vazio.
    "Sei que ela não será instalada tão cedo, e isso é o mais frustrante", afirmou Dayna Whitmer, conselheira da organização. "Odiamos ver mais gente de 17 anos saltando e mais gente de 86 anos saltando, não está certo."O pavimento da ponte está 67 metros acima da superfície marinha, na entrada da baía de San Francisco. A Golden Gate é um dos locais públicos mais usados para suicídios no mundo, e quase todas as tentativas resultam em morte.
    Mary Currie, porta-voz do Distrito Rodoviário e de Transportes da Ponte Golden Gate, confirmou a ocorrência de 46 suicídios na ponte no ano passado, maior contagem anual desde pelo menos 2000, quando ela começou a anotar esses dados.
    Segundo ela, policiais e outras pessoas intervieram para impedir outras 118 pessoas de saltarem em 2013.  Whitmer disse que o número de suicídios no ano passado, acima dos 33 de 2012, é "o mais alto que podemos confirmar" desde a construção da ponte, em 1937. Acredita-se que o recorde anterior seja de 40 ou 41 mortes em um só ano.  
    Uma análise publicada pelo jornal San Francisco Chronicle mostrou que houve 40 suicídios na Golden Gate em 1977.
    As autoridades têm um projeto para instalar uma rede sob as calçadas da ponte, mas ainda buscam os US$ 66 milhões necessários para a obra. Em 2011, uma firma recebeu 5 milhões de dólares para projetar a rede, segundo Currie.
    Por enquanto, as autoridades tentam prevenir suicídios com patrulhas em bicicleta. A todo momento, dois a quatro agentes percorrem as calçadas da ponte.
    As autoridades não sabem explicar o alto número de mortes do ano passado. "Os suicídios realmente vêm em ondas, parece que em alguns anos estão em alta, em outros estão em baixa", disse Andrew Barclay, porta-voz da Patrulha Rodoviária da Califórnia.
    Segundo ele, em épocas de crise econômica os patrulheiros costumam encontrar muitos empresários falidos e mutuários inadimplentes entre os suicidas.Uma análise publicada pelo jornal San Francisco Chronicle mostrou que houve 40 suicídios na Golden Gate em 1977.
    As autoridades têm um projeto para instalar uma rede sob as calçadas da ponte, mas ainda buscam os US$ 66 milhões necessários para a obra. Em 2011, uma firma recebeu 5 milhões de dólares para projetar a rede, segundo Currie.
    Por enquanto, as autoridades tentam prevenir suicídios com patrulhas em bicicleta. A todo momento, dois a quatro agentes percorrem as calçadas da ponte.
    As autoridades não sabem explicar o alto número de mortes do ano passado. "Os suicídios realmente vêm em ondas, parece que em alguns anos estão em alta, em outros estão em baixa", disse Andrew Barclay, porta-voz da Patrulha Rodoviária da Califórnia.
    Segundo ele, em épocas de crise econômica os patrulheiros costumam encontrar muitos empresários falidos e mutuários inadimplentes entre os suicidas.



    PS4 Pro é lançado nos EUA; os detalhes do novo videogame

    O mercado de videogames ganha um precedente inédito nesta quinta-feira (10) com o lançamento nos Estados Unidos do PlayStation 4 Pro, por US$ 400. O novo modelo é mais potente que o PS4 convencional, mas não é seu sucessor, característica que o levou a ser classificado como o primeiro console de meia geração. O Project Scorpio, da Microsoft, chega no final de 2017 e é a aposta da concorrência. Ainda não há previsão de chegada do Pro ao Brasil. Veja abaixo todos os detalhes:
    Meia geração?
    Isso significa basicamente que o PS4 Pro é uma atualização do primeiro PS4, lançado em 2013, e não uma nova tecnologia. É como se o Pro fosse a "versão do diretor" do videogame original, recheado com cenas cortadas, entrevistas com o elenco e outros conteúdos bônus.

    Logo, o PS4 Pro utiliza a mesma plataforma e sistema do PS4. E é por isso que todos os games já disponíveis, e os que serão lançados a partir de agora, são compatíveis com os dois modelos. A diferença é que o Pro teve uma turbinada em suas especificações técnicas, o que o capacita a rodar os jogos de PS4 com mais qualidade. Além, é claro, de servir os óculos de realidade virtual PlayStation VR com renovada força bruta.
    Alguns exemplos: o processador do PS4 Pro continua sendo um AMD Jaguar de 8 núcleos, mas a sua velocidade de processamento subiu de 1,6 GHz para 2,1 GHz. Já a placa da vídeo ainda é uma AMD Radeon, mas com o dobro do poder de computação, saltando de 1,84 TFLOPS para 4,2 TFLOPS – essa unidade é usada para medir desempenho.
    Mais qualidade como?
    O PS4 Pro promete ser o primeiro videogame de mesa a rodar games na resolução 4K (ou Ultra HD), que é quatro vezes maior que o tamanho mais comum hoje em dia, o Full HD. A novidade, obviamente, traria maior definição de imagem e nível de detalhes. Mas como o termo "rodar games em 4K", usado pela Sony na revelação do Pro, pode ser um pouco vago, há algumas observações a serem feitas.
    Em entrevista ao site Digital Spy, o executivo Andrew House, CEO mundial da Sony, afirmou que a maioria dos games roda em 4K no PS4 Pro por meio de "upscaling", e não de forma nativa, como costuma-se dizer. Isso significa que o novo PS4 não é capaz de processar os jogos em 4K. Ele o faz em uma resolução menor, e depois "estica" essa imagem até ela atingir o tamanho do 4K, que é de 3.840 x 2.160 pixels. Essa técnica, na teoria, não oferece o mesmo nível de qualidade.
    Na mesma entrevista, House foi questionado se isso não seria propaganda enganosa. Ele diz que não, que "é uma questão de as pessoas conseguirem ver uma diferença demonstrável na experiência com os games ou não, ao invés de usar um termo para dizer isso". E isso tem se provado verdade, em maior ou menor nível.

    O que está por trás da onda de palhaços assustadores nos EUA



    O que está por trás da onda de palhaços assustadores nos EUACompartilhar


    PAImage copyrightPA
    Image captionEm agosto de 2016 ocorreram nos EUA os primeiros casos de jovens que se vestem de palhaços con máscaras de terror

    Basta escrever a palavra "palhaço" ou "clown" (em inglês), em alguma ferramenta de busca para que o resultado seja bem diferente da ideia normalmente associada a risos e diversão. "Histeria", "macabros", "horríveis", "aterrorizantes" e "assassinos" são algumas das associações de palavras encontradas.
    A moda de pessoas vestindo máscaras aterradoras de palhaços tem se estendido por diversas cidades dos EUA e agora causa trabalho às polícias britânica e canadense. O que começou como uma simples travessura para dar sustos em pessoas agora parece estar se tornando algo mais perigoso.
    Na semana passada, na cidade de Bardstown, no Estado americano do Kentucky, um homem disparou tiros para o alto com seu fuzil AR-15 depois de sua mulher o alertar sobre a presença de "palhaços horrorosos" na rua. No entanto, tratava-se apenas de uma mulher que estava passeando com seu cachorro na rua à meia-noite, segundo explicou à BBC Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o porta-voz do departamento de polícia de Bardstown, Reece Riley. 
    "Não queremos ver ninguém se ferindo e vamos lidar com essa situação", afirmou Riley, para quem o mal-entendido é um exemplo das consequências negativas das ações dos palhaços. 
    Nas mídias sociais, têm surgido vídeos de pessoas tentando resolver a questão por conta própria - "caçadores de palhaços". Algumas situações resultaram em brigas. 

    Polícia de MiddlesboroImage copyrightPOLÍCIA DE MIDDLESBORO
    Image captionEm Middlesboro, Kentucky, a polícia prendeu Jonathan Martin, que estava vestido de palhaço e espreitava apartamentos em prédios da cidade

    O site americano Heavy.com fez um levantamento de relatos de incidentes envolvendo palhaços e descobriu que houve registros em 40 dos 50 Estados dos EUA. As aparições ocorrem tanto em centros urbanos movimentados como Nova York como também em regiões rurais. 
    Já foram vistos palhaços no interior de Kentucky, Indiana e Kansas. No Texas e no Alabama, houve fechamento de escolas e a polícia fez uma série de prisões. 
    A preocupação chegou à Casa Branca, e o porta-voz do presidente Barack Obama, Josh Earnest, teve que responder a perguntas sobre os incidentes durante um briefing de imprensa.
    "As autoridades locais estão analisando a situação com seriedade e deve investigar apropriadamente se perceberem que há ameaças à segurança pública", disse.

    O que fazem os palhaços


    FacebookImage copyrightFACEBOOK
    Image captionEm Waco, Kentucky, um usuário do Facebook flagrou um dos palhaços depois de informações sobre suas aparições na cidade

    Muitas das pessoas que se vestem de palhaços usam as roupas coloridas que todos nós conhecemos, mas a diferença está no uso de máscaras com expressões de terror. 
    Normalmente, os palhaços andam pelas ruas à noite, em parques e locais menos iluminados, de onde aparecem de forma repentina para assustar pedestres e motoristas. Uma conta no Twitter, intitulada "Avistamento de Palhaços", tem mais de 100 mil seguidores e dezenas de fotos e vídeos feitos nos EUA e em outras partes do mundo.
    "Estava andando perto do cemitério de Sheltorpe (Inglaterra), quando se aproximou de mim algo que posso apenas descrever como um palhaço com um machado. Nunca tive tanto medo na vida", comentou um usuário britânico. 
    No Canadá, a polícia recebeu queixas em diversas cidades, incluindo grandes centros como Toronto e Ottawa. As autoridades britânicas também já receberam dezenas de denúncias, mas também tiveram que lidar com falsos relatos e rumores. 
    Andy Boyd, chefe da polícia da região de Thames Valley, nos arredores de Londres, disse fez um apelo para que as pessoas pensem duas vezes antes de fazer a brincadeira.
    "Não queremos ser acusado de impedir que as pessoas se divirtam, mas pedimos que também pensem no impacto de seu comportamento sobre os outros. Suas ações poderão provocar medo em alguns e ansiedade nos outros. E se isso for percebido como intimidação, trata-se de um delito", afirmou.

    Nova onda


    PAImage copyrightPA
    Image captionOs que se fantasiam de palhaços geralmente usam apenas máscaras assustadoras mas já foram encontradas armas com alguns deles

    A onda dos palhaços foi observada pela primeira vez na década de 80, quando um grupo de estudantes do Estado de Massachusetts relatou que um palhaço os convidadou a entrar em um furgão. É que conta Benjamin Radford, autor de um livro sobre o assunto. O comentarista cultural Timothy Evans diz que é um típico comportamento de ostensão - no caso, a exibição com a personificação de uma lenda urbana. 
    Mas há casos mais trágicos: em 2014, duas meninas do Estado americano de Wisconsin esfaquearam uma amiga para demonstrar sua lealdade ao personagem fictício de terror Slenderman. Evans explica que o personagem pode estar inspirando os palhaços. 
    Também em 2014, a polícia francesa deteve 14 adolescentes que assustavam pessoas na rua, vestidos de palhaço, e portando armas.

    BBC
    Image captionO Slender Man apareceu como um personagem de ficção cuja história ficou popular rapidamente através da internet em 2014

    Por que temos medo

    Mark Griffiths, professor de Psicologia da Universidade de Nottingham Trent, no Reino Unido, diz que palhaços assustam por causa da aparência exagerada e de sua representação maléfica em filmes de terror. "A maioria das pessoas não têm medo no dia a dia, mas a cara de palhaço passou a fazer parte de uma cultura de sustos. Há o estereótipo do palhaço malvado, também reforçado em filmes graças ao Coringa ou do vilão em It, A Coisa" , diz Griffiths.

    PAImage copyrightPA
    Image captionUm menino de 12 anos foi detido com máscaras e uma faca de plástico quando assustava outras crianças em uma escola de Durham, na Grã-Bretanha

    Autor do livro que deu origem a It, o escritor americano Stephen King envolveu-se no debate sobre os palhaços: publicou no Twitter um pedido para que as pessoas se acalmassem. "É hora de darmos um tempo na histeria. A maioria dos palhaços é boa, diverte as crianças e faz a gente rir", escreveu King.

    Moda passageira?

    Lendas urbanas existem há muito tempo, mas caso como o dos "palhaços assassinos" ganharam força e poder de disseminação graças à Internet, explica Evans. Porém, diferentemente de lendas urbanas mais clássicas, a moda dos palhaços tende a chegar em ondas e desaparecer. 

    AFPImage copyrightAFP
    Image captionNão são poucos os casos de pessoas que têm medo de palhaços

    Mas Benjamin Radford, que estudou casos entre 2013 e 2015, diz duvidar que a moda vá simplesmente desaparecer. 
    "Dentro de cinco a seis anos teremos mais palhaços horrorosos". Mas tanto ele quanto Evans acreditam que os avistamentos deverão diminuir após o Dia das Bruxas, em 31 de outubro.

    Quem são os oito presidentes dos EUA que morreram durante o mandato

    Ser uma das pessoas mais poderosas do planeta é mais perigoso do que se pode imaginar. 
    Na próxima terça-feira os Estados Unidos novamente escolherão quem vai ocupar a Casa Branca e, na história do país, o cargo chegou a custar a vida para alguns presidentes. 
    No último sábado, o candidato republicano Donald Trump foi retirado às pressas de um palco por agentes do Serviço Secreto do país durante um comício na cidade de Reno, no estado de Nevada, após um alarme falso sobre uma suposta tentativa de ataque. 
    Trump estava discursando quando alguém na plateia gritou "arma, arma". Nesse momento, os agentes retiraram o candidato do palco. Após uma revista, não foi encontrado nenhum dispositivo, mas o suspeito foi detido. Ele protestava durante o evento e segurava uma placa com a frase: "Republicanos contra Trump". 
    Na história dos Estados Unidos, quatro foram assassinados enquanto exerciam suas funções presidenciais e outros quatro morreram por questões de saúde enquanto eram presidentes.
    Além disso, nove deles sobreviveram a atentados. Trata-se de um ofício de alto risco. 

    Tempos violentos

    Abraham Lincoln foi o primeiro presidente do Partido Republicano. Ele governou os EUA de março de 1861 a 14 de abril de 1865, quando levou um tiro na cabeça disparado por John Wilkes Booth, um segregacionista do sul do país. 
    Lincoln teve um importante papel na luta contra os segregacionistas do sul conhecidos como os Estados Confederados de América na Guerra Civil (1861-1865).
    Apesar de a guerra ter se desenvolvido por vários fatores, como os modos de produção do norte, mais industrial, e do sul, mais agrário, o grande símbolo do confronto foi a disputa pela abolição da escravatura. 
    Lincoln fez do abolicionismo sua bandeira e conseguiu não separar os Estados Unidos. 
    E 16 anos depois do fim da guerra e do assassinato de Lincoln, outro presidente republicano foi alvo de tiros. James Garfield, que governou apenas entre 4 de março e 19 de setembro de 1881. 
    O responsável pelos disparos foi Charles Guiteau, um advogado desempregado que atirou duas vezes contra o governante. Há suspeitas de que o presidente havia lhe negado uma vaga de emprego e isso teria motivado o ataque. 
    Mas os tiros não tiraram a vida de James Garfield. Ele morreu porque, ao abrir uma das férias para encontrar a bala, os médicos provocaram uma infecção e hemorragias internas. Ele convalesceu por 10 semanas até falecer.

    Matar William

    O terceiro presidente assassinado na história dos Estados Unidos foi William McKinley, também republicano. 
    Ele governou entre 1897 e 1901 - em 1900 foi reeleito e ainda lhe restavam três anos de mandato. Mas em 5 de setembro de 1901, o anarquista Leon Czolgosz disparou uma arma contra ele no meio de uma exposição na cidade de Buffalo, Nova Iorque. McKinley chegou a sobreviver por alguns dias, mas os disparos atingiram órgãos vitais.

    Czolgosz foi julgado e condenado. Durante o julgamento, ele admitiu que a intenção era mesmo matar o presidente e que ele não estava arrependido. 
    "Eu matei o presidente porque ele era um inimigo das pessoas boas, dos bons trabalhadores. Não sinto arrependido pelo crime", disse. 

    JFK

    A data de 22 novembro de 1963 marca o assassinato de John Fitzgerald Kennedy. 
    A versão oficial atribui o crime ao franco-atirador Lee Harvey Oswald, que, por sua vez, foi assassinado dois dias depois de ser preso. Apesar disso, 50 anos depois, muitos questionam essa tese e defendem que não há certeza sobre os motivos do assassinato e que não se sabe ao certo quem teria disparado a arma que acabou tirando a vida do democrata.

    Eleições nos Estados Unidos por delegados, entenda

    Vencedor leva tudo
    Todos os estados, menos Maine e Nebraska, usam o sistema de eleição de delegados conhecido como the winner takes all (o vencedor leva tudo, em tradução livre). Isso significa que, se ganhar a maioria dos votos dos eleitores em determinado estado, o candidato leva todos os delegados daquele estado.
    O número de delegados de cada unidade territorial corresponde à soma do número de assentos do estado na Câmara dos Deputados (Casa dos Representantes) e no Senado, mais três delegados da capital, Washington – que não tem senadores nem deputados.
    O fato de cada Estado ter uma quantidade própria de representantes, determinada proporcionalmente pelo tamanho de sua população, cria algumas peculiaridades nas eleições dos Estados Unidos. Por exemplo, o sistema permite que, no final das eleições, um determinado candidato hipoteticamente obtenha mais votos totais do que outro candidato e, ainda assim, acabe derrotado no Colégio Eleitoral por ter perdido a disputa nos estados mais populosos.
    Na prática, isso ocorreu pela última vez em 2000. O candidato republicano George W. Bush derrotou o democrata Al Gore no colégio eleitoral por 271 votos a 266, embora tenha perdido na soma geral da preferência dos eleitores (47,87% contra 48,38%, ou 500 mil votos a mais para o democrata). Foi a quarta vez que esse fenômeno ocorreu em toda a história da democracia americana.

    Modelo de votação
    Nos Estados Unidos, em 40 dos 50 estados, o eleitor vota usando cédulas perfuradas. Em dez estados, a votação é feita por meio do cáucus, que é uma espécie de assembleia em que as pessoas favoráveis a determinado candidato se juntam em um local, que pode ser uma igreja, um cinema, uma praça ou um ginásio e indicam seus votos.
    As eleições nos Estados Unidos servem também para escolher deputados da Câmara de Representantes e senadores. Juízes, delegados de polícia, oficiais de Justiça e outras funções do serviço público também são eleitos na mesma votação, que acontece na próxima terça-feira. Alguns estados também escolhem seus deputados estaduais no mesmo dia.